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sábado, 16 de janeiro de 2010

Galeria de fumantes famosos a saga

Bem ai vai mais uma coleção de fumantes famoso para o albúm de figurinhas do stalker shots. Como sempre aqui podem fumar sossegados os famosos, os não famosos, e que sejam bem vindos todos os fumantes e os não fumantes.


Mr Johnny Cash

François Truffaut

Tom Waits

Shane MacGowan

Robert De Niro

Nicholas Ray

José Mojica Marins ( com o qual já fumei mais de um cigarro junto)

Mick Jones


Michael Madsen

Marlon Brando


Marcello Mastroianni

Luis Buñuel

Jack Kerouak

John Waters

John Ford

James Dean

Iggy Pop

Harvey Keitel

David Lynch

Bob Dylan

Glauber Rocha

Johnny Depp

Jean Luc Godard

Jim Jarmusch

Charles Bukowski

Albert Camus

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

galeria de fumantes famosos

Bem, demorei mas não faltei com a segunda parte dos fumantes famosos, aqui vai a ala feminina: atrizes, artistas plásticas, escritoras, politicas, poetisas, musicistas uma boa variedade.
E como sempre, sintam-se sempre bem vindos fumantes e não fumantes:
vou acender um cigarro em honra dos meus 35 anos completados ontem. \m/


Isabella Rosselini

Ingrid Bergman


Alinhar ao centro
Simone de Beauvoir

Dorothy Parker

Frida Kahlo

Golda Meir

Mae West
Jeanne Moreau


Marguerite Duras

Mamie Van Doren

Marlene Dietrich

Patti Smith

Virginia Woolf

Helena Ignez

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O espetáculo reacionário

Uma postagem interessante do blog do Guilherme Scalzille:
O espetáculo reacionário

Publicado no Mundo Mundano.

A legislação antifumo é um ardil genial da campanha de José Serra a presidente. O amplo apoio midiático transformou-a em bandeira cívica, atraindo a simpatia do contribuinte desinformado. Assim ninguém reclama por financiar uma propaganda milionária, mistificadora e falsamente institucional, em meio a tantas carências que maltratam o Estado. Até militância gratuita o governador recrutou, com seus “carrascos voluntários” unidos em milícias de dedos-duros e fiscais de costumes.

O teatro dos expurgos saneadores é característico de contextos totalitários. Vazia de referências éticas, a classe média urbana apresenta-se como vanguarda do salvacionismo despótico. Quem ousa questionar o consenso estabelecido vê-se desmoralizado como agente de interesses obscuros, enquanto os defensores da lei parecem inocentes e desapegados. Afinal, defendem um fantasioso “bem coletivo”, com embasamento pretensamente científico, sob nauseante omissão do Judiciário.

Os proibicionistas têm suas razões para evitar uma discussão honesta sobre o tema. Em circunstâncias democráticas, a opinião pública saberia que há fumódromos permitidos e eficazes em quase todos os países europeus e sul-americanos. E seria convidada a entender por que o veto a áreas reservadas restringe-se aos poucos lugares que ainda sustentam a fracassada política antidrogas imposta pelos EUA.

Campanhas verdadeiramente educativas não tratariam o usuário como imbecil, sufocando-o com paranóias e mistificações implausíveis. Qualquer adolescente sabe que a ridícula demonização do cigarro baseia-se em critérios vagos e arbitrários, pois é impossível creditar mortes ao tabaco (ou a qualquer substância) isoladamente, sem considerar uma complexa rede de variáveis, inclusive genéticas e ambientais. Um único fumante longevo derruba todo preconceito. E, dependendo de como se utiliza as estatísticas, o colesterol, o álcool e a poluição viram genocidas a serem exterminados.

Mas é fácil (e perigoso) confundir ciência e moral. A histeria antifumo, com seus jargões infantis e o bom-mocismo hipócrita, usa a defesa da salubridade para blindar-se contra o verdadeiro debate. A louvável e necessária proteção de não-fumantes pode conviver com áreas reservadas ou mesmo estabelecimentos inteiros onde seja possível fumar, desde que o público disponha de informações para escolher. O que se pretende, no entanto, é banir o fumo através de sua gradativa criminalização.

A discutível melhoria da saúde pública será irrelevante perto do retrocesso que a lei impõe aos direitos individuais: a pessoa deixa de deliberar sobre seu corpo e sua propriedade, submetendo-os ao humor dos legisladores. O conceito de espaço coletivo foi desfigurado para permitir a ingerência estatal sobre a liberdade de trânsito e convivência dos cidadãos.

Por seu caráter dissimulado e intransigente, essa legislação representa uma decadência no atribulado processo da redemocratização brasileira. E não apenas ao instituir um recuo doutrinário na evolução histórica de descriminalização das drogas e respeito ao foro privado. Trata-se de medida flagrantemente inconstitucional porque, além das violações jurídicas pontuais, fere predicados básicos da cidadania. A tolerância generalizada a tamanha arbitrariedade revela muito do conservadorismo galopante que ameaça entrevar o milênio recém-iniciado.



http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fumaça - uma crônica tabagista de um tabagista crônico

Esse texto eu escrevi há uns dois anos, ainda não existiam as leis severas anti tabagismo, enfim eram dias melhores, mas mesmo assim o texto se tornou mais atual que nunca, nem aparenta a idade, parece até mais moço, como se tivesse feito uma lipoaspiração e uma correção de idade na cama do esteta.
Esse conto, inclusive, eu nem tinha publicado em lugar nenhum, mas o Trovão
uma das poucas pessoas que teve acesso ao texto, me ligou e falou" - já publiquei no meu site, só liguei pra pedir permissão mas já publiquei" ahahaha, e então resolvi mandar o texto pra frente achei que estava na hora, no site do Trovão, no Abacoros e no Bah caroço vocês terão a versão que escrevi há dois anos atrás, sem correções, era só um argumento, até prefiro assim, com os erros e as displicências verbais e textuais que só quem escreve pra manter a idéia e perder menos tempo faz,algo para revisar depois, mas mesmo assim, o texto se mantêm aqui da mesma forma, apenas mais burilado, com as devidas correções ortográficas e de pontuação e com uma ou outra modificação em algum termo, alguns parágrafos foram sumindo até que desapareceram dentro de uma mesma linha, quase como uma suruba de letras, mas ali estão e se mantiveram no mesmo contexto, sem essas pequenas orgias o que seriam dos textos? eheh
bem ai está a versão final de fumaça, um texto pró tabagista, e com bom humor, diferente dos textos que nos combatem , nós temos humor, afinal o cigarro te da calma e jovialidade, afinal quem não fuma fica com a cara linda e saudável do José Serra... e tenho dito...



Fumaça


Por que as pessoas fumam?
Não sei...
Só sei que fumam.

Onde há fumaça há fogo, e onde a há fogo há um cara querendo acender um cigarro.

Não sei nem porque, nem onde as pessoas começaram a fumar , ou melhor expelir fumaça dos pulmões depois de tragá-la.A história do tabaco é mais antiga que as constituições e leis anti tabagistas.
Pra falar a verdade, a história do mundo foi escrita à base de fumaça; seja ela de cigarros, charutos, cachimbos ou canhões, sem fumaça não haveria história.

A magia pode advir dos desenhos disformes, feitos pela fumaça que sai da boca quando você acaba de dar uma tragada, esses desenhos, que lembram nuvens, nos remetem a infância procurando formas e sentido nelas, ou talvez, apenas o simples prazer de acender o tabaco pra sentir o tempo parar por alguns instantes, entre uma tragada e outra...

A satisfação de uma baforada é algo que só quem já fumou pode saber, difícil descrever; o tabaco é o único prazer do indigente, que se contenta até com uma simples guimba de um cigarro achado na rua, é o amigo do solitário naquela noite sem maiores perspectivas, o acompanhamento perfeito no pós-coito sexual, e às vezes o cigarro é melhor que a transa em si...
O prazer e o cigarro andam juntos, é um momento quase ritualístico acender um cigarro, a chama bailando em frente ao rosto, o momento em que a brasa entra em ignição, a fumaça cria seus primeiros círculos , você se sente em um filme de Hollywood... Até os filmes perderam a graça depois que ninguém mais soltou fumaça, os detetives dos filmes eram verdadeiras chaminés, agora meros robôs sem graça e sem fumaça, quem vai torcer pra um detetive que nem fumaça solta? Prefiro o bandido que não é politicamente correto e ainda pode fumar...
...Sim...

Pois a maioria do pensamento humano foi acompanhado de muita fumaça; pensadores, poetas, artistas, cientistas...
O pensamento humano seria bem menos interessante sem o tabaco, sem a fumaça

Pra falar a verdade, temos muitas coisas obsoletas para a vida , como chuchus, jilós e ornitorrincos. Agora o tabaco é importante, está na nossa cultura, em nossa história,veja, até os nossos ancestrais, assim que descobriram o fogo, logo em seguida inventaram algo para fumar, os indígenas usam a fumaça para os rituais; o fumo coletivo é uma das tradições mais antigas entre todos os povos arcaicos, para aproximar os amigos e também para se aproximar de seus espíritos ancestrais ... que também fumavam...

... Mas isso ainda hoje é feito, ainda se fuma nas rodas de amigos, compartilha-se o cigarro com aquele amigo menos afortunado, que te pede encarecidamente um cigarrinho, ninguém no mundo, pede encarecidamente um chuchu ou um ornitorrinco a alguém !

Os cigarros são mais importantes socialmente que as socialites, os sociólogos e os partidos conservadores...

Na cadeia são moedas de troca, nos tempos de paz fuma-se por prazer, nas guerras por necessidade, nos locais proibidos por obstinação, sim porque os fumantes são seres obstinados, perseguidos como cães raivosos, limitados a espaços isolados como doentes terminais, e tudo por causa única e exclusiva da fumaça, que é apenas ... fumaça...

...O que seria dos camponeses sem o cigarrinho de palha, colhendo os chuchus que realmente não servem pra nada?

Nos escritórios isolaram quem fuma em ambientes minúsculos, longe de todos, ser visto fumando é algo constrangedor - Ah me desculpe! o cigarro é de outra pessoa eu só estou tomando conta enquanto ela foi se matar um pouquinho...

Mas mesmo assim continuamos!
Seguimos!
Incansáveis...
Bem ... Um pouco cansados, nosso fôlego é mais curto, mas mesmo assim é nosso fôlego e usamos o que temos, não roubamos o fôlego de ninguém...
Pagamos por nossa fumaça, e pagamos caro,

temos o direito e o dever de manter as tradições de nossos ancestrais,

vamos fumar,

tragar sem constrangimento nem medo de o fazer em público,

e que se fodam os ornitorrincos!





O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE , FUMAR É PREJUDICIAL À SAÚDE

SE FODA,
.

TO NEM AI !


por Cleiner Micceno

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

fumante passivo um mito - lei antifumo fascismo e arbitrariedade

Eu tinha feito uma referência no blog sobre a similaridade da lei antifumo com o fascismo e a Alemanha Nazista. E, eis que me deparo com esse texto do João Pereira Coutinho, escrito 4 dias depois do meu texto, ou seja, tem mais gente que pensa da mesma forma que eu ou, ele é um leitor do meu blog hauaahau

bom dia a todos e boas tragadas


Até tu, São Paulo ?
JOÃO PEREIRA COUTINHO
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1808200919.htm
Inserido em 20/08/2009

"Leio a legislação antifumo do Estado de São Paulo e reconheço sua natureza totalitária"


A SÉRIE "Mad Men" ainda não estreou no Brasil. Lamento. Melhor é impossível. "Mad Men" é o retrato perfeito dos publicitários da Madison Avenue na Nova York sofisticada de 1960. Mas é mais do que isso. Um fresco sobre a grande transição americana: do aburguesamento dos "fifties" à contracultura dos "sixties". Do tédio à lixeira.

Um pormenor, porém, não deixa de causar espanto entre os filistinos: o fumo. Em "Mad Men", toda a gente fuma com uma naturalidade que nos parece herética. Dentro dos edifícios, fora dos edifícios. Mães, pais. Patrões. Empregados. E médicos, é claro, a começar por um ginecologista que segura o cigarro com uma mão e faz o exame com a outra. Equilibrismo puro.

Tanto fumo não deveria espantar. Pessoalmente, ainda recordo o tempo heroico em que o meu avô me levava ao cinema e fumava, em plena sala, do princípio ao fim.

E, historicamente, "Mad Men" está na viragem. Em 1950, Richard Doll publicava o primeiro grande ensaio científico sobre a relação direta entre fumo (ativo) e doença. Só em 1970 chegou o mito do "fumo passivo". Digo "mito" e digo bem. Ainda está para aparecer o primeiro estudo cientificamente rigoroso capaz de mostrar uma relação sustentada entre "fumo passivo" e câncer.

O que não significa que não existam estudos sobre essa hipótese. Christopher Booker, um especialista sobre as nossas histerias modernas, normalmente lembra dois. Os maiores e mais recentes. O primeiro foi realizado pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde. O segundo foi dirigido, durante 40 anos, por James Enstrom e Geoffrey Kabat para a Sociedade Americana de Câncer através da observação de 35 mil não fumantes que conviviam diariamente com fumantes. Resultados? Repito: um mito é um mito.

Mas a ideologia é a ideologia. De vez em quando, afirmo que alguns traços nazistas sobreviveram a 1945. Sou insultado. Não respondo. Basta olhar em volta para perceber que algumas das nossas rotinas médicas mais básicas teriam agradado ao tio Adolfo e à sua busca de perfeição terrena. Exemplos? Certas formas de eugenia "respeitável", praticadas por milhões de pessoas quando recebem uma má ecografia. Ou a demonização absoluta que o fumante moderno conhece nos Estados Unidos. Na Europa. E agora, hélas, em São Paulo.

Leio a legislação antifumo do Estado de São Paulo e reconheço a natureza totalitária dela, novamente dominada por uma ideia iníqua de perfeição física.

Tudo começa pela elevação da mentira a dogma: o dogma de que "fumo passivo" é um perigo fatal para terceiros. O dogma não é apenas fantasioso; é também perigoso, porque estabelece de imediato uma divisão moral entre os agentes da corrupção (os fumantes) e as vítimas inocentes (os abstêmios). É só substituir "fumante" por "judeu"; e "abstêmio" por "ariano" para regressar a 1933.
E regressar a 1933 é regressar a um mundo que desprezava a liberdade individual com especial ferocidade. A lei antifumo cumpre esse propósito. Proibir o fumo em lugares fechados, como bares ou restaurantes, é um ataque à propriedade privada e à liberdade de cada proprietário decidir que tipo de clientes deseja acolher no seu espaço. O mesmo raciocínio aplica-se aos clientes, impedidos de decidir livremente onde desejam ser acolhidos.

Mas o melhor da lei vem no policiamento. Imitando as piores práticas das sociedades fechadas, a lei promove a delação como forma de convivência social. Por telefone ou pela internet, cada cidadão é convidado a ser um vigilante do vizinho, denunciando comportamentos "desviantes". Isso não é regressar a 1933. É, no mínimo, um regresso à Rússia de 1917. Se juntarmos ao quadro uma verdadeira "polícia sanitária" que ataca à paisana, é possível concluir que o espírito KGB emigrou para o Brasil.

Finalmente, lembremos o essencial: os extremismos políticos só sobrevivem em sociedades cúmplices, ou pelo menos indiferentes aos extremistas. Será São Paulo esse tipo de sociedade?
Parece. A última pesquisa Datafolha é sinistra: a esmagadora maioria dos paulistas (88%) aprova a lei antifumo. Só 10% se opõem a ela. Só 2% lhe são indiferentes. Mais irônico é olhar para os fumantes: depois de anos e anos de propaganda e desumanização, eles olham-se no espelho, sentem o clássico nojo de si próprios e até concordam com a lei (77%). Razão tinha Karl Kraus quando afirmava, na Viena de inícios do século XX, que o antissemitismo era tão normal que até os judeus o praticavam. Péssimo presságio.

N.B. - Sabemos, hoje com comprovada certeza, que a campanha antitabagista é um teste idealizado pelos engenheiros comportamentais do Clube Bilderberg (você leu o livro?) para averiguar a facilidade de moldagem da população mundial aos conceitos que interessam implantar, rumo ao domínio efetivo de corações e mentes. A margem de êxito ultrapassou as expectativas: o gado é receptivo, absolutamente plasmável e pronto para o seringar-se ao curral definitivo.
A técnica usada segue o esquema de cozinhar sapo em fogo brando, e é um velho uso totalitário:
1. obriga-se a usar uma estrela amarela; (nada de terrível e se aceita sem reação)
2. proibe-se de comprar leite e seus derivados; (desagradável, mas enfim pra não arrumar encrenca...)
3. proibe-se a residência em certos bairros; (péssimo, mas se não se mudar, os vizinhos tornam sua vida um inferno...)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Galeria de Fumantes Famosos

Primeiro a ala masculina aleatória de fumantes famosos: cientistas, atores, escritores, cineastas, etc. Aqui eles podem fumar sem constrangimento.

Fumantes e não fumantes sejam bem vindos !

Bogart

Raymond Chandler

Einstein

Falkner


Freud

Mario Vargas Llosa

Sartre

James Joyce

Carl Gustav Jung

Kubrick

Nelson Rodrigues

T S Elliot

William S Burroughs

Orson Welles

Logo, posto uma ala feminina.
Cleiner Micceno